Depois de 85 anos, alguém finalmente evoluiu a Bailey Bridge — e foi no interior de São Paulo. A Ponte Voadora entrega 60 metros de vão, 30 toneladas de carga e cabe em um único contêiner de 40 pés. Montada em 7 dias. Sem obras dentro do rio. Sem cimbramento. Sem espera.
Quando uma comunidade fica isolada por uma ponte interditada, quando uma estrada rural corta o escoamento da safra, quando uma obra emergencial precisa ser resolvida em dias — e não meses — as soluções convencionais travam.
Pontes de concreto exigem cimbramento, cura, pranchas de 90 toneladas e escolta. Estruturas Bailey pesam 131 toneladas e vêm em múltiplos caminhões. E em 85 anos, ninguém superou esse padrão.
Até alguém pensar diferente. Em Presidente Prudente.
A engenharia começa em terra: pesos e contrapesos em concreto ciclópico, em fundação direta, sem estaqueamento, ancoram os mastros e os tirantes que darão reação à estrutura. Depois, a treliça é montada paralela ao rio, em solo seco, por uma equipe de 6 pessoas. Quando está pronta, voa literalmente sobre as águas até atingir os 4 metros de largura de projeto. Sem equipamentos pesados dentro do rio. Sem risco sobre correnteza. Sem interferir no curso d'água.
„Em 85 anos, ninguém superou a Bailey com algo mais leve e mais eficiente. Até agora. E isso foi feito aqui, no Brasil.
— Eng. Fernando César Hungaro · Inventor · Patente BR 202021023158-6
Todos os parâmetros verificados em ensaio e homologados em obra. A patente BR 202021023158-6 é de trâmite prioritário no INPI, válida por 15 anos a partir de 18/11/2021.
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Tudo começa com a engenharia de ancoragem — pesos e contrapesos em concreto ciclópico — que permite aos mastros sustentar a ponte no momento do lançamento. Sem estaqueamento. Sem trabalho sobre a água.
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